PROFESSORA HOSANA
LOPES MARTINS
Natural de João Pessoa/PB, Hosana Lopes Martins deu grandes contribuições à educação esperancense. Embora não seja natural dessas paragens, fixou-se na cidade e durante muito tempo participou ativamente da nossa sociedade.
Chegou em Esperança por volta de 1957, onde fundou a “Escola Dom Vital” na Rua Floriano Peixoto, próximo a feira. E que depois se estabeleceu na Rua São Sebastião (1969). O sucesso foi tanto que Padre Palmeira chamou-a para dirigir a Escola Paroquial, permanecendo no cargo de 1962 à 1972, quando adota uma criança e decide morar no Rio de Janeiro.
Retorna a esta cidade onze anos depois e inaugura no dia 12 de fevereiro de 1983 o “Instituto Padre Anchieta”, que funcionava no Salão Paroquial.
“Possuía cunho autoritário, mas pertinente à Educação de seu povo” (Livro do Município, p. 46). Outra importante característica desta professora, além do seu amor pelo ensino, foi a formação de grupos teatrais.
Para o jornalista Evaldo Brasil, “suas peças, quase sempre, tinham como pano de fundo passagens bíblicas, quando mais distantes ainda tratavam na temática religiosa, como a Aparição de Na. Sra. de Fátima, trabalhando mensagens altruístas”.
Faleceu vítima de uma trombose em julho de 1985, depois de 49 anos de magistério mas o seu “o exemplo dela ficou para quem sempre se preocupou em ensinar a juventude de sua época” (Blog SEDUC).
Uma escola de nossa cidade foi denominada em sua homenagem em vista dos relevantes serviços prestados à educação.
Fonte:
Rau Ferreira

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ResponderExcluirMeu nome é Moisés Martins Monteiro. Sou sobrinho da professora Hosana Lopes Martins e fiquei muito orgulhoso quando descobri na Internet o valioso reconhecimento dessa Cidade ao trabalho da minha querida tia.
ResponderExcluirQuando ela saiu de esperança para o Rio de Janeiro veio morar na minha casa. Minha mãe, Aurélia, era sua irmã. Com ela, além de Lourdinha - uma outra filha adotiva, que para mim e meus irmãos era simplesmente, Lurdinha - veio, também, Nadja Fabíola (a criança citada acima). Infelizmente um trágico acontecimento tirou a vida da pequena Nadja - na época com dois anos. Ela e minha tinha foram atropeladas numa praça do Centro de São Gonçalo, município do Rio, no mesmo ano de 1972. Esse acidente deixou marcas profundas na minha tia, mas não impediu que ela levasse a vida adiante com determinação e bravura.
Estive, pelo menos, duas ou três vezes em Esperança. Isso no início dos anos 70. Meu avô, Vitorino, pai de minha tia Hosana ainda era vivo.
Minha tia Hosana nunca esqueceu essa Cidade. Eu mesmo - de tanto ela falar em Esperança - me sentia como se tivesse estado aí muito mais vezes.
Em nome de minha família, em meu nome gostaria de agradecer a grande homenagem desse povo à minha querida tia, Hosana Lopes Martins. Muito obrigado!